Videoconferência no Facebook com Skype

Depois de alguma especulação, o portal facebook anunciou ontem três novidades:

  1. Uma nova side bar com os amigos com quem se faz chat mais vezes.
  2. Chat em grupo – possibilidade de fazer uma comunicação chat com um grupo de
    utilizadores (amigos ou não).
  3. Vídeo-conferência com tecnologia Skype.

Esta última funcionalidade, é talvez o desenvolvimento mais relevante que a facebook apresentou nos últimos tempos, já que oferece, a 750 milhões de utilizadores, a possibilidade de vídeo-conferência instantânea.

Apesar de ainda não estar disponível genericamente para todos os utilizadores, para os mais
apressados you can get it now.

Endemol lança votações para o programa de Tv com o Facebook

É oficial.
A partir de agora, na Alemanha, mas brevemente em todo o mundo, se quiserem expulsar um concorrente do BigBrother já não precisam ficar dependentes do telefone. Agora podem também optar por usar os vossos Facebook-Credits. O press-release da Endemol que anuncia a novidade saiu esta semana, aqui.

A proeza deve-se à empresa AT Agilemedia, que já em maio havia anunciado a conclusão do desenvolvimento da sua plataforma interativa, até aqui muito centrada no tele-voto, mas agora também focada no online.

Ultrapassando assim o que era uma bandeira do Britain’s Got Talent, o popular programa de talentos inglês, eis de novo o BigBrother na crista da onda.

A ideia é simples, portanto: através de uma aplicação que recorre ao sistema de pagamentos do Facebook, a Endemol espera assim aumentar o envolvimento com os targets mais jovens e web-orientados, que permanecem ligados a dois ecrãs enquanto o programa decorre e que fazem das redes sociais a sua segunda casa.

“Being able to vote using Facebook will give ‘Big Brother’ fans a whole new way to get involved in the decision about who leaves the house,” said Dr Georg Ramme, Head of Commercial at Endemol Germany. “The Facebook voting app is designed for a generation of fans who have grown up with social media, regularly chat about reality TV on Facebook and comment on events in these programmes. It is this usage of social media that made us decide to expand online offers for our popular TV programmes.”

Como explica o press-release, por cada 7 facebook-credists (~0.49€) os utilizadores com 18 ou mais anos podem decidir qual o concorrente nomeado que desejam expulsar, bastando para isso seleccionar a opção “out!”. Os facebook-credits podem ser carregados através de transferência directa, por cartão de crédito ou PayPal.

José Fragoso demite-se da RTP e vai para a TVI

Fragoso deverá assumir a direcção de conteúdos da TVI, três anos depois de ocupar o cargo semelhante na estação pública. Hugo Andrade é o seu substituto.

José Fragoso deverá ser o novo director-geral de conteúdos da TVI, após se ter demitido do cargo de director de programas da RTP, função que mantinha desde 2008 e que será agora ocupada por Hugo Andrade, até aqui director da RTP Memória.

A RTP confirmou a informação sob forma de comunicado: “O director de programas da RTP, José Fragoso, apresentou hoje a demissão da empresa. A RTP agradece ao José Fragoso a forma exemplar como desempenhou o trabalho na empresa desde que foi convidado para regressar à RTP, no início de 2008 e deseja-lhe as maiores felicidades pessoais. O administração da RTP convidou Hugo Andrade, para o cargo de director de programas, que aceitou. Nos termos da lei o nome do Hugo Andrade será comunicado à ERC”, explicou a estação pública.

José Fragoso segue assim para a direcção da TVI, onde já estão José Alberto Carvalho e Judite Sousa, na pasta da informação.

Big Brother is watching you!!!

Reconhecimento facial automático no Facebook gera nova polémica

O Facebook está envolvido em mais uma polémica de privacidade. Desta feita está em causa o reconhecimento facial em fotografias publicadas por amigos. Se não quiser ser automaticamente identificado, não se esqueça que tem de fazer opt-out às opções pré-definidas pela rede social.

De certo que já conhece a rotina: de cada vez que um amigo nos identifica manualmente numa fotografia que não queremos que esteja à vista de todos, corremos à imagem em questão para retirarmos essa identificação.

Mas agora o Facebook tornou as coisas ainda mais refinadas: desde Dezembro que a rede social com mais de 600 milhões de utilizadores em todo o mundo tem vindo a identificar – ainda em versão teste – as pessoas presentes em determinada fotografia fazendo o reconhecimento facial dos fotografados.

O sistema de reconhecimento facial torna tudo mais fácil, ao identificar os indivíduos automaticamente à medida que as fotografias são publicadas na rede social. A explicação encontra-se no próprio Facebook: “Esta funcionalidade utiliza a comparação de fotos nas quais estás identificado(a) para sugerir que amigos te identifiquem em fotos novas”.

Os testes começaram em Dezembro nos EUA, mas rapidamente esta possibilidade foi alargada a todo o mundo sem que os utilizadores tenham dado conta destas alterações que se tornarão efectivas muito em breve. Quem não quiser fazer parte deste esquema tem de optar por sair dele, como costuma ser norma no Facebook.

Como é que se faz opt-out? No canto superior direito da sua conta de Facebook vá a “Conta” e depois a “Definições de Privacidade”. Carregue seguidamente em “Personalizar Definições” e depois faça scroll down até ao bloco “Coisas que outras pessoas partilham”. Aqui encontrará o item “Sugerir fotos de mim a amigos – Quando as fotos se parecerem comigo, sugerir o meu nome”. Carregue em “Editar Definições” e, por fim, desactive esta função.

“Mais uma vez, parece que o Facebook está a erodir a privacidade online dos seus utilizadores de forma furtiva”, indicou ao “The Telegraph” Graham Cluley, da empresa britânica de segurança online Sophos.

“Muitas pessoas sentem-se muito desconfortáveis em relação ao facto de um site como o Facebook poder saber como é que elas se parecem e usar essa informação sem a sua permissão”, acrescentou Graham Cluley.

Por seu lado, igualmente ouvido pelo “The Telegraph”, o director-executivo do Electronic Privacy Information Center, em Washington, criticou a forma como o Facebook abriu, por princípio, o sistema de reconhecimento facial a toda a gente.

“Não tenho a certeza que esta seja uma função que as pessoas queiram escolher. Uma melhor opção seria deixar as pessoas fazerem o opt-in”, disse.

Perante mais esta polémica em torno da privacidade, o Facebook reagiu, respondendo no blogue da empresa às perguntas de um repórter: “Deveríamos ter sido mais claros junto das pessoas durante este processo, quando esta função ficou disponível para elas”.

A empresa acrescentou ainda que esta função só será aplicada às fotografias novas que entretanto foram postas online depois de esta função estar oficialmente activa e para quem não tenha feito opt-out.

O Facebook já se viu envolvido numa série de polémicas relacionadas com a privacidade dos seus utilizadores, uma vez que é política da empresa pôr em marcha funções deste género em regime de opt-out e não de opt-in, como reclama a maioria dos peritos em segurança.

A polémica mais recente tinha rebentado em Agosto último, depois de o Facebook ter lançado um novo serviço de geolocalização chamado Places, que necessita que os utilizadores o desactivem se não quiserem que os outros contactos o consigam localizar. O serviço, pensado para smartphones, consegue indicar a localização exacta de pessoas da rede.

@Publico 08.06.2011  Por Susana Almeida Ribeiro

França proíbe menções ao Facebook e ao Twitter na televisão e na rádio

Acabaram-se os “Siga-nos no Twitter” ou os “Torne-se amigo deste programa no Facebook”. O Conselho Superior do Audiovisual francês proibiu quaisquer referências a estas redes sociais nos programas televisivos e radiofónicos, uma decisão que está a ser ridicularizada por muitos analistas.

regra é lapidar: A menos que a notícia seja literalmente sobre o Facebook ou o Twitter, deixará de haver menção à rede social e ao site de microblogging no ar.

De acordo com as novas ordens do Conselho Superior do Audiovisual (CSA), os jornalistas franceses estão proibidos de terminar os seus programas apelando aos seus telespectadores e ouvintes que sigam as novidades através da Internet nestes sites em específico.

O CSA – a autoridade máxima do audiovisual francês – alega que a referência aos sites é publicidade gratuita àquelas empresas americanas e apoia-se num decreto de 1992 que proíbe a publicidade subliminar.

Christine Kelly, porta-voz do CSA, indicou ao “The Guardian”: “Porquê dar preferência ao Facebook, que vale milhares de milhões de dólares, quando há outras redes sociais a lutar por ganhar reconhecimento. Isto seria uma distorção da competitividade. Se deixarmos que o Facebook e o Twitter sejam citados no ar, estaremos a abrir uma Caixa de Pandora. Outras redes sociais irão queixar-se, dizendo ‘Porque não nós?’”.

Os jornalistas franceses terão agora que arranjar formas mais inventivas de apelar à consulta dos sites em questão. Uma possibilidade poderá ser “Siga-nos nas redes sociais”.

No seguimento desta decisão, inúmeros bloggers e sites especializados em tecnologia – europeus e americanos – têm criticado e ridicularizado esta medida.

O site americano TechCrunch, por exemplo, descreve a decisão como “extremamente absurda”, ao passo que John Johnson, que escreve para o site Newser, descreveu a medida como “a regra bizarra da semana”.

O Quinto Poder

A Humanidade tem-se deparado, ao longo dos tempos, com o aparecimento de novos poderes: Religioso, Político, Económico e Media. Com a entrada na Era Digital assistimos ao nascimento de um quinto poder: dot.com (empresas tecnológicas).

A sua importância será cada vez maior nos próximos anos e terá um domínio superior a todos os restantes, pois para além de ocupar um novo espaço, este quinto poder reforça também os outros poderes.

Tudo depende da sua capacidade de recolha, tratamento e análise de informação sobre todos nós. Sim, a privacidade já não existe!

Empresas como a Apple, Microsoft, Google, Amazon.com e Facebook já sabem muito sobre nós.

Todas elas criaram plataformas de negócio e sistemas de recolha de informação que lhes permitem saber quem somos, o que fazemos, onde estamos, o que vemos, o que lemos, o que partilhamos (e com quem), como influenciamos o comportamento e consumo dos outros…

É este poder que valoriza também estas empresas, como é o caso do Facebook que apesar de não estar ainda cotado em bolsa, vê o valor das suas ações aumentar exponencialmente (está avaliado em cerca de 100 mil milhões de dólares).

O presidente norte-americano Barack Obama já percebeu claramente o poder das dot.com e está a saber utilizar muito bem estas plataformas. O lobby inverteu-se e as reuniões e jantares com os líderes das tecnológicas passaram a ser regulares a convite do presidente.

A sua primeira mensagem de arranque da campanha eleitoral foi no YouTube (3 de Abril)

Veja o video abaixo:
Barack Obama 2012 Campaign Launch Video – “It Begins With Us”

Recentemente participou no Facebook Live Event (20 de Abril), com uma emissão em direto no Facebook (Clique aqui para (re)ver esta emissão), com os utilizadores da rede social a questionarem, em direto, o presidente dos Estados Unidos, com o fundador do Facebook -Mark Zuckerberg a servir de moderador (facto que o “obrigou” a vestir um casaco, colocar gravata e calçar ténis em vez das suas habituais chinelas).

Para além do impacto (mediático), Obama ficou também a saber exatamente quantas pessoas viram, onde viram (geolocalização), quantos partilharam com amigos, que comentários (positivos e negativos) e em que dispositivos.

Mas, este é um poder que é preciso saber usar, porque na Era Digital, o David pode muito facilmente vencer o Golias…

Nota: Artigo publicado no jornal Meios & Publicidade de 13/05/2011

Olá a todos

Este é o meu primeiro post no wordpress.

Vou tentar actualizar este site regularmente com informação sobre os media.

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